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Implantologia

Os implantes dentários podem ser a melhor e mais eficaz solução para substituir um ou vários dentes em falta. Além de restaurar a estética do seu sorriso, os implantes também restauram a função mastigatória, permitindo que mastigue, fale e sorria com mais confiança.

Podem ser utilizados para:

1. Substituir um único dente

O implante substitui a raíz dentária, sobre o qual é aplicado uma coroa, replicando a estética e forma de um dente natural.

2- Substituir vários dentes

Quando existe ausência de vários dentes podem ser utilizadas pontes suportadas por implantes. Isto significa que não será necessário colocar um implante para cada dente perdido.

3- Substituir todos os dentes

Em situações de perda de todos os dentes recorremos às próteses totais fixas, que substituem uma arcada completa

4- Estabilizar próteses removíveis

Em certos casos, os implantes podem ser utilizados para aumentar a retenção de uma
prótese removível.
Nestas situações são utilizados uns conectores nos implantes e nas próteses, cujo encaixe
estabiliza e retém a prótese, oferecendo um maior conforto e segurança ao paciente.

Processo de colocação de implantes dentários

1. Fase de Diagnóstico e Planeamento

  • História clínica médica e dentária, de modo a identificar patologias pré-existentes ou hábitos que possam interferir com o tratamento.
  • Avaliação das necessidades e expectativas do paciente, para que o tratamento proposto seja ajustado às suas expectativas.
  • Exame 3D (CBCT) – exame essencial para avaliação do volume e qualidade óssea.
  • Fotografias (intra e extra-orais) e modelos de estudo

Depois do diagnóstico, o primeiro passo para a recuperação do sorriso através da Implantologia Oral é o planeamento do novo sorriso. Assim, a tecnologia assume um papel importante na reabilitação oral.

Com a ajuda de um software, é possível definir a localização, inclinação e profundidade ideal dos implantes dentários, tendo em conta a morfologia óssea do paciente. Com este planeamento virtual, o procedimento cirúrgico torna-se mais simples, preciso e rápido.

2. Fase cirúrgica / Colocação dos implantes

Os implantes são colocados recorrendo a uma pequena cirurgia, realizada em consultório sob anestesia local.  A sua instalação no osso é feita de acordo com o planemaneto definido, sendo em alguns casos necessário recorrer a técnicas de enxerto ósseo ou gengival para garantir um prognóstico mais favorável. 

No pós-operatório garantimos um acompanhamento próximo, tanto por telefone como em consultas de controlo.

3. Fase de integração óssea (osteointegração)

Após a cirurgia, ocorre um período de cicatrização durante o qual os implantes se integram ao osso circundante, proporcionando estabilidade e suporte. Este período dura cerca de 3-6 meses.

4. Fase de reabilitação oral

Após a correta cicatrização dos tecidos e integração óssea do implante são então colocadas as coroas / próteses definitivas. A estética e a funcionalidade são cuidadosamente consideradas para garantir um sorriso natural.

5. Fase de controlo e manutenção

A fase de manutenção é fundamental para garantir a longevidade dos implantes. Nesta fase, as consultas periódicas de controlo da reabilitação oral visam prevenir o aparecimento de complicações a longo prazo, ou quando estas surgem, intervir o mais cedo possível.

Perguntas Frequentes

A ausência de um dente, que não é substituído por um implante, leva à perda de osso e volume gengival na zona desdentada. Além de gerar um problema estético, leva à movimentação indevida dos dentes vizinhos (tanto os que estão ao lado do dente perdido como os dentes que mastigavam com o dente perdido), bem como a exposição da raiz desses dentes, podendo originar problemas de sensibilidade dentaria exacerbada ou até mesmo cáries das raízes dos dentes.

Quantos mais dentes perder maiores os malefícios: a função mastigatória fica comprometida, surgem dores articulares e dores de cabeça, os dentes restantes ficam em sobrecarga, o que gera desgastes e aumenta o risco de fraturas.

Em situações em que existe pouca disponibilidade óssea pode ser necessário recorrer a técnicas de regeneração óssea, que poderão ser realizadas previamente à colocação dos implantes ou em simultâneo.

Hoje em dia, ainda que envolva um pequena cirurgia, a colocação de um implante é um procedimento pouco traumático. O procedimento é sempre realizado sobre anestesia e as técnicas cirúrgicas adotadas minimizam o trauma e consequente desconforto associado à intervenção. Obedecendo a todos os cuidados pré, intra e pós-operatórios (com um adequado protocolo de medicação), a recuperação de uma cirurgia de implantes é bastante tranquila e indolor.

O medo da dor não é, portanto, um motivo para evitar colocar um implante dentário.

Sim, pode prejudicar.
Apesar de não ser uma contra-inidicação absoluta, a taxa de sucesso de um tratamento com implantes num fumador é inferior quando comparada a um não fumador.
O tabaco diminui a vascularização dos tecidos e aumenta o risco de infeções, podendo comprometer o processo de osteointegração dos implantes e consequentemente o sucesso do tratamento.

Os implantes dentários não têm um prazo de validade. No entanto, o sucesso a longo prazo está diretamente relacionado com os cuidados de higiene oral e o estado de saúde geral. É fundamental que sejam feitas visitas periódicas para controlo e manutenção dos mesmos.

É um procedimento que se faz quando existe uma diminuição da massa óssea no maxilar superior e tem como objetivo criar a altura necessária de osso para a colocação de implantes.  

Não. Estes termos são habitualmente confundidos, mas referem-se a situações bastante distintas.

Um “pivot” é uma coroa que se coloca sobre um dente/raíz natural. O termo “pivot” foi muito  utilizado no passado, no entanto, atualmente o termo mais correto é coroa sobre dente.

O implante é uma peça que substitui a raíz de um dente e sobre a qual é colocada uma coroa.

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